Zelda é, certamente, um dos carros chefes da Nintendo; status ratificado através do antológico Ocarina of Time (Nintendo 64), que praticamente reinventou a série na transição 2D-3D; mantendo o universo mágico das versões anteriores, ao mesmo tempo em que introduziu novos padrões, a exemplo do inovador sistema “lock on targeting”, que facilitava e abrilhantava a forma de combate.
O Game Cube teve a honra de receber dois capítulos da saga e o melhor deles chama-se The Legend of Zelda: The Wind Waker (2002), nosso review de hoje.