Olá a todos, me chamo Cyber Woo e a partir de hoje vou colaborar com RNF a convite dos meus amigos Nesbitt e Tandrilion. E meu post de estréia será uma analise sobre o filme I Spit On Your Grave (2011), remake do filme homônimo de 1978.
Será que venci essa edição do Nesbitt Challenge com o jogo Street Fighter 2 do NES? Confira no vídeo!
Desenvolvido pela Gamesauce e Team17 Software Limited e lançado pela THQ Inc. em 2006 para PSP (que será analisada aqui) e NDS, Worms: Open Warfare é o retorno da guerra entre os exércitos de minhocas ao velho e bom estilo 2D. Prepara aí a banana de dinamite, seu jetpack e acessa lá, fio!
Se você nunca, jamais ouviu ou jogou Worms em sua vida, você não deve ser deste planeta! Worms é um joguete de estratégia baseado em turnos. Você lidera um pequeno exército de minhocas formados por quartetos (não é o fantástico, rá!) contra outra equipe controlada pelo computador ou por um amigo. Worms: Open Warfare abandona os gráficos 3D adotados na versão do PS2 e retorna ao velho estilo tão consagrado.
O primeiro de muitos!
O cenário da guerra é em terrenos diferenciados e totalmente destrutíveis. Utilize de todas as armas disponíveis para mandar seu adversário para as cucuias! Minas, mísseis teleguiados, bombardeios aéreos e algumas armas completamente malucas, como por exemplo, a ovelha bomba! Você pode escolher entre batalhas aleatórias ou então aprimorar as suas habilidades no modo single player e sobreviver aos Challenges.
Você me paga!
Depois de criar o seu time, colocar os nomes (se quiser) nas suas minhocas combatentes, e o melhor: escolher as falas das minhocas dubladas em português! Show né!?
Mas nem tudo é maravilha nesse game, o problema maior é que em fases avançadas, você enfrenta três equipes ao mesmo tempo, e todas elas te atacam! E isso é uma puta falta de sacanagem, pois são equipes distintas. Isso sem mencionar que existem minhocas NINJAS que te acertam lá na casa do baralho, e na mosca! Então meu amiguinho ó!!! Costinha sabe!!!
Tirando esses pontos, Worms: Open Warfare é divertidíssimo, mas se você não tem um PSP ou NDS, não precisa se jogar do viaduto, existem versões para diferenciadas plataformas. Vale a pena, fio!
Nota do Nesbitt: Não estou ainda 100% de volta, mas quem é morto-vivo sempre aparece, né não? =D
Hoje estamos estreando uma nova sessão aqui no blog, onde filmes, ao invés de jogos, serão analisados. Pretendo exprimir minha opinião sobre os mais diversos filmes, desde os mais antigos aos mais novos. Da mesma forma que admiro games, também gosto muito de cinema e não poderia deixar de compartilhar esta paixão com os leitores deste blog. Ah, os meus textos, apesar de não revelarem nenhuma cena em específico, podem conter spoilers, pois objetivam, além de gerar curiosidade, compartilhar minhas percepções e o entendimento que adquiri ao assistir as películas.
O filme de estreia (Nell 1994), narra a história de uma jovem, representada pela excelente atriz Jodie Foster, encontrada por um médico (Liam Neeson) em uma casa na floresta, onde viveu a maior parte do tempo com sua mãe eremita. Afastada do convívio social moderno, a moça expressa hábitos incomuns e dialeto próprio. Intrigado com a descoberta e ao mesmo tempo encantado com a inocência e a pureza da moça, o médico sente-se comprometido a ajudá-la de alguma forma.
Na tentativa de compreender o comportamento praticamente selvagem de Nell, dois especialistas apresentam suas teorias: Paula Olsen, a psicóloga, tenta, a princípio, adequar o comportamento de Nell à algum tipo de patologia mental ou síndrome conhecida, defendendo a necessidade de integração de Nell à sociedade. Já o médico que a encontrou, Jerome Lovell, opta por um método mais intuitivo, procurando relacionar-se e aprender as formas de linguagem da protagonista, levantando a bandeira de que o contato de Nell com o mundo moderno não deveria ser feito de modo abrupto.
ANÁLISE:
A abordagem mais humana e menos científica de Jerome surte resultado, derrubando todas as teorias de Paula, ficando claro para a psicóloga que sua paciente não apresentava nenhum tipo de anormalidade, pelo contrário, demonstrava satisfação e exprimia uma humanidade sem igual, mesmo em meio a um estilo de vida completamente diferente do usual, contrapondo-se à grande maioria dos homens e mulheres criados ao conforto da eletricidade e das telecomunicações.
O conhecimento, que permite o desenvolvimento mental, acontece na relação com os outros, é uma troca de mão dupla, no filme é possível observar que não é só Nell quem aprende, mas muito mais o médico e a psicóloga descobrem coisas novas com Nell.
A desilusão/depressão evidenciada em alguns personagens é sanada praticamente de imediato, como um milagre, em um simples contato com Nell, seja através de uma singela palavra, mesmo que incompreensível, ou na manifestação de um carinho oferecido pela moça.
Mais que uma lição de moral de que a felicidade não está atrelada ao conforto e às ambições contemporâneas, o filme mostra que não era Nell quem mais precisava de ajuda, mas sim as pessoas em sua volta. O papel de Jodie Foster não deve ser encarado como um mero contraste entre a modernidade e a simplicidade, mas sim como um aviso escancarado de que é possível conviver com as diferenças e aprender com elas, numa troca dialética em busca de um caminho melhor, de menos apego à valores efêmeros.
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