Artigos do Tandrilion

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Lembranças Gamísticas

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The Nesbitt Challenge

Está aberta a votação para o próximo game!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Colin (2008)

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Filmes de zumbis são todos iguais, começa com uma infecção, gente sendo morta, devorada e boom, temos mais um holocausto zumbi.

Não me leve a mal, eu adoro filme de zumbis, mas infelizmente poucos deles têm o poder de nos surpreender, uma vez que a temática em si já foi usada milhares de vezes.

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Então no meio de tanta mesmice surge Colin, um filme de zumbi diferente de tudo que você já viu, pois dessa vez o filme gira em torno da perspectiva do morto-vivo.

Isso mesmo meus caros colegas, quando um filme nos mostra a jornada de um zumbi, tenha certeza que você deve parar e assistir.

...

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Claro, isso se você gostar de filmes de terror, caso contrário há outras opções, consulte o José Wilker para indicar alguns filmes.

Voltemos!

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Bem, o diretor inglês Marc Price gravou Colin em 18 meses e gastou cerca de 45 libras ao longo desse tempo, e o elenco é composto por pessoas que conheceu no Facebook e amigos próximos.

Lançado em 2008 e mesmo com um orçamento tão baixo, conquistou milhares de fãs mundo afora, sendo exibido em vários festivais, até mesmo em Cannes no ano de 2009.

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O Filme conta a historia de um jovem que após ser atacado por um zumbi em meio a um apocalipse, se transforma em um devorador de cérebros, mas continua com alguns traços de sua humanidade.

As cenas de ação também foram muito bem coreografadas, difícil acreditar que foi filmado com uma câmera convencional. Sei, Bruxa de Blair é pioneiro e blá, blá, nem foi grandes coisas esse filme, o segundo filme é o melhor e tenho dito!
A maquiagem utilizada é um show a parte, as vísceras, sangue e tudo mais são bem realistas, incrível como foi feito tanto com tão pouca grana.

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Estou pensando seriamente em comprar o DVD para minha coleção.

É difícil falar do quanto esse filme é surpreendente se contar detalhes importantes da historia. Altamente recomendado para os amantes de um bom filme de terror, apesar de ser mais uma aventura zumbi do que um filme de terror no meu ponto de vista.

Então não perca tempo, compre pipoca e chame sua patroa para assistir juntinho e não deixe de apagar as luzes.

Bom divertimento a todos

Você também poderá se interessar por estes outros filmes! Clique aqui!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Como vai meu Dingoo??


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Muita gente tem me perguntado sobre a durabilidade e o que mais vale a pena emular no Dingoo A320, então, para satisfazer estas dúvidas, resolvi escrever este post. Caso não saiba o que é um Dingoo, ou ainda não tenha lido a análise do aparelho, clique aqui.

Faz dois anos que comprei meu portátil, desde então, tenho tido muita diversão! Apesar do tempo de uso, tudo ainda funciona perfeitamente, até a bateria continua nos conformes! Os botões estão como novos, apenas as inscrições das teclas B e START começaram a se apagar.



Utilizo o modo RADIO todos os dias, inclusive quando vou ao estádio de futebol; o volume máximo é adequado até para arquibancadas cheias e barulhentas. O MP3 Player também é bastante executado para acompanhar podcasts nas longas jornadas diárias de busão.

Os emuladores mais jogados são: FBA (NEOGEO e CAPCOM), MAME, Mega Drive, Game Boy Advance e Nintendinho. Com exceção do NES e do GBA, normalmente rodo os aplicativos no DINGUX, pois os games, geralmente, têm melhor performance neste sistema.

Enfim, apenas gostaria de deixar registrado que o Dingoo, mesmo sendo oriundo da China, é um ótimo investimento, que além de emular bem, apresenta satisfatória durabilidade, paradoxalmente a outros consoles de empresas famosas e "confiáveis" que dão luzes amarelas e vermelhas!



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Hair (1979)

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Contextualizado nos EUA na década de 70, época em que os hippies faziam fortes manifestações contra a guerra do Vietnã – Faça Amor, não faça guerra, lembra? O filme narra a história de Claude, jovem que acaba conhecendo uns hippies na véspera de sua convocação pelo exército americano.


Estes novos amigos tentam mostrar a Claude um lado mais “soft” da vida; de paz e amor.


O musical aborda problemas sociais e existenciais da década (que perduram até hoje), põe em cheque valores familiares e evidencia o lado “dark” da igreja cristã que apoiava a guerra. Com sutileza retrata o racismo americano aos negros e homossexuais e por fim critica com dureza a “moral e os bons costumes” da burguesia.


Hair nos faz refletir, reavaliar pontos de vista. É um filme que exige atenção e interpretação. Saboreie cada música, “viaje” com os hippies e se surpreenda com o final.

Dirigido por Milos Forman (Um Estranho no Ninho) e com Treat Williams e Beverly D'Angelo no elenco.

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domingo, 21 de agosto de 2011

Lembranças Gamísticas #4 [3/3]

Banner de CapaOlá amiguinhos! Finalmente a parte final deste relato tão importante que aconteceu na minha vida. Espero que curtam! Vamos lá, fio!

A pena dessa história foi que eu não consegui o jornal que mostrava os ganhadores da promoção. Ainda há pouco tempo eu tentei entrar em contato com a TECTOY e a PEPSI para ver se conseguia algum material dessa promoção. A única empresa que me respondeu e procurou por esse material foi a TECTOY que infelizmente não encontrou nada em seus arquivos a respeito, mas que agradeço imensamente pela preocupação em tentar encontrar algo. Já a PEPSI não se manifestou a respeito, infelizmente. Talvez a PEPSI poderia ter algum material.

GGA outra pena da história foi que, depois de algum tempo, como meus pais não tinham condições de comprar cartuchos novos pra mim, e que ninguém onde eu morava tinha um Game Gear para emprestar cartuchos, acabei trocando ele por um Dynavision 2. E até hoje eu me arrependo de ter trocado, já que eu cuidava muito bem do meu Game Gear e ele estava sempre impecável em sua caixa.

Então, eu estava querendo acabar com esse meu arrependimento, até que um dia, encontrei no ML um Game Gear da TECTOY na caixa e com os manuais. Não estava tão impecável quanto o que eu tinha, mas estava bem conservado. E foi em minha viagem para Curitiba para conhecer a cidade e o grande amigo Sandro 'Tandrilion' e sua família que pude reaver esse Game Gear. Mas não é só isso, a minha querida amiga Rita, conhecida na blogosfera como Ritalinando, me deu de presente o cart do Columns do Game Gear (o review do jogo você confere aqui), exatamente como eu tinha (Não tão bem conservado, mas está completo!). O cart da TECTOY com a caixa e o manual, e eu prometi que tinha uma história em cima do Game Gear e desse cartucho que eu iria contar aqui no RNF. Pois a promessa está cumprida!

Bem, infelizmente o Game Gear eu comprei 'no estado' e apesar dele ligar ele não está funcionando, por isso procurarei alguém que conheça do assunto para poder fazer os devidos reparos, mas isso não impede a minha felicidade de reaver algo que teve um valor sentimental muito grande na minha vida. Pode parecer besteira, mas ter completado essa coleção, ter até hoje ela com a exceção da caverna e ter ganho o Game Gear na promoção da PEPSI foi algo único que me aconteceu quando criança e até hoje tenho boas recordações deste episódio.

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Além de reaver algo significativo que aconteceu na minha vida, ainda puder conhecer pessoas maravilhosas que são a família do Sandro que me receberam em sua casa como se fosse parte da família. Obrigado pela confiança e acolhimento!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Um Zelda Multiplayer! The 4 Swords Adventures [NGC]

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Não é segredo prá ninguém o quanto gosto de Zelda - tanto que este é meu quarto review da franquia que publico por aqui. Hoje vamos analisar a versão The Legend of Zelda: Four Swords Adventures, lançado em 2002 pela Nintendo, para o GameCube.

Four Swords não segue o padrão tradicional dos demais capítulos da saga, trazendo dois atributos inovadores, agradáveis aos retrogamers: Gráficos Old School e multiplayer.

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Basicamente, a história envolve o vilão Vaati, seqüestrador de donzelas, que toca o horror no Reino de Hyrule, aborrecendo a princesa Zelda. Para acabar com esta onda de crimes, esteja preparado para enfrentar puzzles complicados e batalhas armadas contra seres mitológicos, através do uso estratégico da espada, arco e flecha, bombas, bumerangues e etc. Tudo ao melhor estilo Action-RPG Medieval, de incrível semelhança visual com o clássico Zelda a Link to the Past do Super Nintendo.

Como o título do jogo sugere, agora temos quatro heróis, quadrigêmeos de Link, os protagonistas da aventura. Interessante é a opção para até quatro jogadores, fato que eleva bastante o fator replay. Entretanto, para poder explorar isso, é necessário um combo de consoles; além do NGC é preciso adquirir um Game Boy Advance (substituto do controle) para cada player adicional. Ou seja, uma GBA para cada Link.

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Assim, quando um dos Links entra numa caverna ou num lugar fechado, a tela principal não precisa ser dividida, pois a screen do Game Boy entra em ação, transmitindo o que se passa dentro destes ambientes.

Abaixo separei um vídeo que ilustra melhor o que estou falando:


Como Game Boy não é coelho pare se reproduzir e uma coleção de handhelds repetidos é coisa de milionário NERD, aos pobres coitados restam apenas duas possibilidades: primeiro, convidar amigos donos de GBAs ou, caso você não tenha nem o seu próprio portátil (assim como eu), partir para o modo single player mesmo!

Sozinho, o GameCube simula a tela do GBA e você controla os 4 Links; ou ao mesmo tempo ou um por vez. Movendo-os simultaneamente dá prá fazer algumas combinações verticais, horizontais, em forma de quadrado e losango. Toda esta flexibilidade de movimentos abre um leque de possibilidades para se resolver puzzles e atacar adversários.

Os enigmas judiam do caboclo neste jogo, são difíceis, porém, bem bolados. Não deixe de colher informações preciosas com os habitantes e preste bastante atenção nas dicas espalhadas pelos cenários.

Os gráficos, apesar de parecidos aos do a Link to the Past, são extremamente charmosos e recheados de efeitos de luz, explosões e animações modernas; formando uma combinação retro-contemporânea muito bacana! Já vi gente metendo a lenha no visual, mas como bom retrogamer, não podia deixar de elogiar este quesito. As músicas e trilhas sonoras mantém o mesmo padrão da franquia, ou seja, são ótimas!

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O mais interessante deste Zelda é a objetividade, não há aquelas missões intermediárias onde é preciso conversar com Deus e o mundo, pegar itens e levá-los de uma ponta à outra do mapa até que uma dungeon se abra. Tudo é muito direto, sem enrolação. Sei da importância dada por muitos fãs a estas partes, eu mesmo já gostei muito, mas atualmente estou um pouco cansado de vagar por horas sem saber o que fazer, atrás de uma pista escondida onde o Judas perdeu as botas para progredir.

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The Legend of Zelda: Four Swords Adventures é um jogo underrated, deixado de lado na geração passada por conta do estrondoso sucesso de Wind Waker e pelos seus gráficos considerados retrógrados. Entretanto, embalado pela moda saudosista dos últimos dias, o game pode ser encarado com novos olhos. O visual retro-contemporâneo, outrora considerado feio, encanta nossa atual percepção nostálgica de beleza. Prepare-se para encarar um Action-RPG mais objetivo que os demais Zeldas; sem as enrolações entre os calabouços, porém recheado de combates armados e quebra-cabeças que derretem a cuca, tudo executado de maneira semelhante ao clássico "A Link to the Past" e embalado pela tradicional trilha sonora da saga. Infelizmente a divertidíssima opção multiplayer, requer GBAs adicionais, o que dificulta um pouco as coisas, contudo, o modo single também não decepciona.

9/10

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Lembranças Gamísticas #4 [2/3]

Banner de CapaOlá amiguinhos! Vamos continuar com esse relato bacana sobre a Promomonstro?

Depois de um tempo de promoção, você não precisava mais pagar pelos bonequinhos, bastava juntar as tampinhas e trocar. E assim foi indo a duras penas até que consegui completar essa minha coleção de bonequinhos dos monstros da PEPSI que tenho até hoje!

Lembro bem de quando finalmente consegui completá-la. Consegui comprar a caverna, e pendurei na sala de casa, coloquei todos os bonequinhos em seus devidos lugares e foi uma satisfação enorme ter conseguido completar essa coleção maravilhosa. Eis que um dia desses, ao voltar do colégio, olhei para a parede a caverna com a minha coleção e percebi que haviam dois bonequinhos repetidos. Meu sangue ferveu e rapidamente fui perguntar pra minha mãe se alguém havia mexido ali, e ela me disse que havia sido uma prima minha.

Nossa, no exato momento peguei os bonequinhos repetidos e fui correndo na casa do meu tio desesperado pra recuperar os dois bonequinhos que me fora roubados. Estava suando frio, porque havia custado tanto para conseguir completar essa coleção. Mas no final, tudo deu certo. Minha prima estava com meus bonequinhos e eu os peguei de volta e tirei minha caverna da sala e guardei. Hoje não a tenho mais, acabou indo fora depois de algum tempo.

Voltando a promoção da PEPSI, estava eu assistindo TV na sala em uma tarde qualquer, e comecei a ouvir barulhos e música altos lá fora, fui dar uma conferida e era uma camionete da PEPSI descendo a minha rua com uma faixa da PROMOMONSTRO pendurada nas laterais e um homem jogando bonequinhos para as crianças na rua.

Na hora eu pirei! Comecei a gritar: - É a PROMOMONSTRO! É a PROMOMONSTRO! E fui correndo para a frente de casa, onde a camionete parou e esse homem perguntou se era minha casa. Eu havia GANHADO a promoção! Me entregaram o GAME GEAR e um cartucho do Columns, e tiraram umas fotos entregando o prêmio. Eu nunca fiquei tão feliz na minha vida. Foi um dia mágico que eu nem mesmo acreditava.

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sábado, 13 de agosto de 2011

Rock’n Roll Racing [Super NES, Mega Drive]

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Hello Everybody!! Depois de um longo tempo sem inspiração pra escrever (eu não iria escrever uma coisa meia boca pra vocês, né meus queridos leitores? =D), resolvi deixar as coisas fluírem e comecei a observar o que me cercava… algo me incentivava a postar sobre um título de SNES mas não sabia qual, foi quando um garoto, que eu costumo comprar fitas, me chamou e me mostrou uma preciosidade que ele tinha conseguido: Rock’n Roll Racing!

Não pude comprar o cartucho, pois preferi aplicar meu suado dinheirinho em clássicos como Super Metroid, TMNT Tournament Fighters e Mario Kart. Então, pensei, bora matar a saudade no PC mesmo! Vamos ver se ainda continuo bom na arte de mirar e não errar ninguém Ú.u .


Como todos meus amigos sabem, eu curto demais o bom e velho rock e não poderia deixar de destacar uma das principais influências que me levou a ouvir o maravilhoso som pesado das guitarras alucinógenas do Deep Purple; um dos pontos mais interessantes neste game clássico.

Eu fui experimentar RRR logo depois de desbravar o querido Biker Mice From Mars, e isto acabou facilitando a minha vida nas pistas perigosas e destrutivas do jogo. Era uma tarde ensolarada de verão, quando um amigo meu (já falecido) veio me mostrar sua nova aquisição, que segundo suas palavras, era meio estranha, porém jogável. Foi assim meu primeiro contato com RRR - hahah história nada emocionante, né? eu sei ¬¬

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Normalmente, em minhas matérias, gosto de descrever as situações inusitadas que ocorreram no momento em que conheci um jogo, mas essa foi assim, sem sal mesmo =P, então não reclame!

Rock’n Roll Racing foi primeiramente lançado para o Super Nintendo (1993) e em seguida para o Megadrive (1994) pela Silicon & Synapse (atual Blizzard), sendo que a versão do Super NES apresenta-se mais completa e melhor (segundo alguns fãs do game). Não me importo com esse lances não, CONTUDO, confesso que por alguma razão, prefiro a versão do console da BigN.



A competição é narrada por Larry Huffman, o que dá um ânimo maior às acirradas corridas. Quem não se lembra de Larry gritando “Let the carnage begins!”? Clássico. Entrando no Site do Larry você pode ouvir um comercial engraçadíssimo, no qual ele está marcando um encontro com uma garota ao melhor estilo RRR, Hahah muito bom!

Além da narração muito bem feita e variada para a época, o cartucho possui um dos melhores repertórios de música de toda a biblioteca 16 bits! Curto bastante sua trilha sonora. Sendo que, a reprodução de Highway Star do Deep Purple foi a que mais me chamou a atenção pelo seu maravilhoso solo de teclado… ai ai.

Eis as canções que rolam:
George Thorogood – Bad to the Bone;
Black Sabbath – Paranoid;
Henry Mancini – Peter Gun;
Deep Purples – Highway Star;
SteppenWolf – Born to be Wild;
Golden Earring – Radar Love (música que só tem no do Mega Drive).


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A história acontece no futuro, quando é descoberta a existência de vida num planeta chamado Bogmire em 2833. Os Saurions, habitantes deste planeta, ao conhecer os costumes da Terra, se apaixonaram pelo rock and roll, adotando o estilo musical como tema principal em suas competições automobilísticas. A mistura velocidade e rock deu certo de tal maneira que atraiu adeptos de toda a galáxia; aliens e humanos de 17 mundos então resolvem criar um campeonato universal, uma corrida futurística sem ética, onde até armas de fogo são permitidas.

Os Heróis:
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Snake Sanders:
 
Ele é um nativo da Terra que deseja ganhar a Super Copa para honrar seu planeta. Defende que os inventores dos veículos não podem perder a hegemonia neste ramo. Ele é veloz na arrancada e corre com tudo!   +1 Aceleração e +1 Velocidade.




1646306-cyberhawk_large CyberHawk:

É um cyborgue que havia sido esquecido em um laboratório. Ele mal imaginaria (afinal é um robô) que um dia se tornaria um competidor. CyberHawk, é então aperfeiçoado, tornando-se um protótipo muito avançado e obstinado. Um vencedor nato; 2° lugar é o mesmo que o último segundo ele. O personagem possui arrancada potente e ótimo pulo.  -  +1 Aceleração e +1 Pulo


c1b62f15e7fe188d513f58ab13efba4ce68bc3f5_full Ivanzypher:

Novato no Rock’n Roll Racing ele quer mostrar que sua raça e seu planeta podem ser dignos de vencer a Super Copa. Ele é considerado um herói no planeta Fleagull, afinal, nenhum de seus conterrâneos teve tanta coragem em participar deste campeonato. Ele pula bem alto e não tem medo de pisar fundo no acelerador!  -  +1 Pulo e +1 Velocidade

1646309-katarinalyons_large Katarina Lyons:

Princesa do Lyons que não aceita machismo e entrou para a Super Copa por estar cansada de ver os homens vencerem a corrida. Em seu planeta ela é uma excelente atleta que não aceita a derrota! Não escorrega facilmente nas curvas e seu carro pula como se não pesasse nada.  -  +1 Corner e +1 Pulo
  
1646311-jakebadlands_large Jake Badlands:

Seu visual é de bad boy mas seu coração é imenso. Jake, ex-líder de uma gangue de rua de Xeno Prime, cresceu assistindo Rock’n Roll Racing, fato que o impulsionou a seguir a carreira de piloto. Arrependido de seu passado, costuma doar suas premiações à instituições de caridade.  Decidido e certeiro esse é Jake!  -  +1 Corner e +1 Aceleração
1646312-tarquinn_large Tarquinn:

Este sim é o herói de todos! Capitão de uma nave espacial, ocupa o maior posto que alguém de sua terra almejaria. Sempre está presente em comícios e que provar no Rock’n Roll Racing que é o melhor e único digno a ganhar a Super Copa. Ele é veloz com suas naves e faz curvas com maestria. +1 Corner e +1 Velocidade

E, finalmente, mais um personagem secreto que eu nem sabia.

olaf Olaf:

Olaf veio de The Lost Vikings, outro título da Blizzard. O porquê dele estar incluso aqui é um mistério. Além de acelerar bem, é muito rápido e dificilmente desliza na pista, sendo considerado o melhor piloto.  +1 Velocidade, +1 Aceleração e +1 Corner

Esses são os protagonistas da história, figuras bem pitorescas, desde um cyborg ultra avançado a um E.T. gordo que mais parece o Geléia do Ghost Busters, HEhhehhHHe.

A jogabilidade é fácil de se acostumar. Se você nunca experimentou nenhum game do gênero, a dica é treinar no modo rookie até se acostumar com os comandos, com o tempo você pegará a manha.

Junte dinheiro para fazer upgrades em seu veículo, a fim de deixá-lo cada vez mais mortífero. Mas vale uma dica, se tiver oportunidade, prefira comprar um carro novo à acessórios, pois os equipamentos não podem ser reaproveitados na nova aquisição.
O dinheiro no jogo pode ser adquirido através das vitórias das corridas, caixas de bônus que ficam espalhadas pela pista e destruindo adversários.
O modo Multiplayer é divertidíssimo! Se você tiver um amigo para te acompanhar, a partida ficará ainda mais interessante, a rivalidade tomará conta de vocês… até chegar a aniquilação total dos dois O_O

Tá aí um review que eu gostei de fazer, foi prazeroso e divertido saber as histórias de cada corredor. Coisas que nunca imaginei existir Hehehe só lendo o manual pra saber mesmo...

See ya!
Yahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Rapidinhas do Nesbitt: Street Fighter 3 [NES]

Banner de Capa 2011Olá amiguinhos! Vamos conhecer um joguinho bem 'lekal' de NES? Esse jogo, na verdade nada mais é que um jogo 'não oficial' (leia-se pirata) do famoso arrasa quarteirão Street Fighter 2 da Capcom. É lógico que vou escrever sobre um joguete piratones! Desta vez vamos conhecer o famoso Street Fighter 3 para o NES.

Screen TituloNa época do lançamento do Street Fighter 2 para o SNES, isso lá em 1992. A galerinha da pesada que gostava muito do NES, logo começaram a pedir para que a Capcom fizessem um port de Street Fighter 2 para o NES, mas como boa Empresa DUMAL e FDP ela se recusou e disse que não faria (Vão comprar um SNES, vocês!). Bem... não faria para o NES, mas em 1995 ela faria um port do famoso SF2 para o Game Boy (Capcom sua vaca!), Falaremos mais adiante desta versão.

01Então, uma empresa desconhecida teve a brilhante idéia de ouvir os apelos dos fãs de Street Fighter que ainda não tinham o NES, e que queriam uma versão melhor de Street Fighter que aquela da Yoko Soft que tinham 4 míseros lutadores.

02Então, os donos de NES riram muito quando foi lançado para o NES em 1993 (aprox.) o .. aham ... Street Fighter 3! E não era qualquer versão não, era a 'xampiom edixiom'. Caraca gente! Nós tínhamos um Street Fighter com os Bosses jogáveis!

Round 1 (WTF?)

03Claro que nem tudo eram flores, obviamente. SF3 tinha 9 lutadores selecionáveis, incluindo os bosses, sem precisar de código secreto nenhum pra isso. Foram sacrificados: E. Honda, Zangief, Balrog (M. Bison no Japão e o escambau), mas ninguém ligou pra esses três aí, afinal os bosses que eram a loucura do momento estavam lá, e selecionáveis! Os donos do SNES ficaram bem emburradinhos por isso porque a versão que até então eles tinham do SF, não podiam jogar com os Bosses. Tadinhos!

04A revista GAMEPOWER na época escreveu sobre esse joguete. O tal do Baby Betinho que devia ganhar alguma grana extra de alguém para ser tão paga pau de original e ‘hater’ convicto de jogos piratas teve que abrir as pernas, afinal, a versão do NES estava muito aquém da versão anterior da Yoko Soft.

Vuaaaaaashhhhhh!

05Então, SF3 é muito bem, mas muito bem feito mesmo! Os gráficos são super detalhados, as fases de cada jogador, mesmo estáticas, estão cheias de detalhes e bem verossímeis às do game original. Salvo a fase da Chun-Li, que apesar de bem detalhada é completamente diferente da oficial. O game tem uma velocidade boa e no quesito diversão MATA E VOMITA EM CIMA da versão oficial da Capcom do Game Boy. Chupa essa, Capcom!

A música não tem nada a ver com as originais, e se tem algo que é chato 'pragarai' nesse jogo, sem dúvida alguma são as músicas. É um PIPIPI dos demonhos o tempo todo!

Outro fator que pode ser evidenciado é a jogabilidade. Os golpes são relativamente fáceis de serem executados. A única dificuldade que tive nos golpes foi os de dois segundos pra baixo e cima. Fora isso, é como se tivesse jogando o original (tá, nem tanto mas bem próximo!).

06Outra coisa bacana que posso frisar é que todos os lutadores tem seus respectivos finais. O joguete ficou tão caprichadinho que até final pra cada lutador fizeram!

Ah, mais um detalhe que fugiu, o jogo não tem o famoso ROUND 1 FIGHT! escrito na tela antes das lutas. Acho que esqueceram, fazer o que né? Mas em compensação temos a tela de versus, a pose de vitória, o aviãozinho voando no mapa, etc. Bacana, né?

Lutchadores de Street Fighter 3

Japão

RYURyu: é um mendigo que usa um kimono rasgado e fica andando descalço pra lá e pra cá querendo encontrar amiguinhos mais fortes que ele para desafia-los e chutar a bunda deles.

Estados Unidos

KENKen: Treinou com o Ryu. Aqui em SF3 ele é um clone do Ryu que usa um quimono rosáceo, tem os mesmos golpes do Ryu (clone né! Rá!), mas pelo menos é apenas ‘um’ clone de Ryu. A Capcom faria muito mais né!?

China

Street Fighter III (9 Fighter) (Unl)_045Chun-Li: Chinesa (Tás brincando?) que além de ser a única mulher de SF3, possui um belo par de pernas. Ela está no torneio pra se vingar do M. Bison (Vega no Japão e blá blá blá!).

Estados Unidos

GUILEGuile: O Major Guile é um militar da Força Aérea americana. Guile entra no torneio para se vingar do 'Van Santo Daime' que o interpretou naquele filme bem duvidoso chamado Street Fighter A Batalha final.

Índia

DHALSIMDhalsim: O indiano Dhalsim é mestre na arte Yoga, e usa sua técnica para ganhar dinheiro. Entra no torneio para apanhar porque geralmente ninguém joga com ele e acham os elefantes da fase dele muito chatos. Desculpe Dhalsim, mas tive que falar né, pô!?

Brasil

BLANKABlanka: Brasileiro que luta capoeira e... epa... na verdade ele era um bebê muito feio então os pais dele o jogaram do avião que ia pro RJ. Blanka caiu na floresta amazônica e comeu muito vegetais verdes pra ficar daquela corzinha linda. Tá, foi sem graça essa!

Espanha

VEGAVega (Balrog no Japão): Vega é um toureiro espanhol que gosta de pulular por aí. Parece que ele viveu a adolescência nos anos 80 durante a fase da moda dos andrógenos.

Tailândia

SAGATSagat (Sagat no Japão. Rá!): Mestre no Muay Thai, grande FDP, maldito apelão do DEMONHO com suas malditas magias. Inspirador do filme Robocop, que na versão original seria um Tigre com partes mecânicas.

Tailândia

BISONM. Bison (Vega no Japão): Ele um carinha maneiro e fortão no SF Zero depois de se envolver com Dorgas, ficou bem magrinho. Apelão que só ele, gosta de massacrar todo mundo com seus torpedinhos.

Quero jogar!

Street Fighter 3 é também conhecido por Master Fighter 3. E assim como são feitos conversões não-oficiais de jogos para outros consoles (vide Jang Pung 2 do Game Gear que apareceu aqui no Whatahell), também são feitas versões porcas de jogo pirata caprichado.

07Foi o que aconteceu com o Street Fighter 3, que ganhou uma versão hackeada e nojenta chamada Mario Fighter 3 ou Mari Turbo Street Fighter 3 (como está na tela título) ou se quiser conferir também, o hack do Street Fighter 2 da Yoko Soft: Street Fighter 4 (Rá!), sendo que esse último é um jogo razoável. Bem, então chame aí um amiguinho e vá jogar uns VS de Street Fighter 3 do NES que realmente é um jogo pirata CAPRICHADO! Vai lá, fio!