Lembranças Gamísticas

Redescobrindo nossa memória gamer!.

WHATAHELL!

Jogos estranhos que você jamais imaginou que existissem.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Entrevista: Jovens Retro Gamers! #1 [Goomba]

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Olá amiguinhos! (copiando o jargão do Nesbitt).
 
Hoje se inicia a sessão de entrevistas com jovens retro gamers. Participando das redes sociais tenho percebido que não são poucos os jovens que também se interessam pelos games antigos;  este fato sempre me intrigou, até que tive a brilhante ideia de entrevistá-los e saber pessoalmente qual é a razão desta paixão, até certo ponto, surpreendente.
 
O primeiro entrevistado é o Goomba, também colaborador do blog!
 
1 – Apresente-se ao público mancebo!
 
Meu nome é Adriel Henrique Vasconcelos, conhecido no blog como Goomba, tenho 13 anos e escrevo em dois blogs: thegoombare.blogspot.com e o Retronewsforever.

2 - Quando foi que você tomou a iniciativa de participar de um blog?
 
Me inspirei no meu tio @Tandrilion quando criei meu primeiro blog, porém queria mesmo participar do Retronewsforever e acabei sendo aceito pelo chefe Nesbitt. Ao contrário dos outros colaboradores, tenho procurado escrever sobre os games considerados modernos.
 
3 - Quando você começou a se interessar por games antigos? Quem te influenciou?
Jogo desde os três anos, fui influenciado pelo meu tio e meu pai, eles me mostraram tudo que eu conheço e me ensinaram respeitar todas as gerações, independente das tecnologias envolvidas.
 
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4 - Quais são as suas preferências no mundo retro?
 
Não me prendo muita a marcas, mas não vou ser hipócrita, tenho as minhas favoritas: Nintendo, Atari, SNK e curto muito o emulador MAME. Meus jogos preferidos são: Samurai Shodown (todos), Metal Slug (todos), Chrono Trigger, série Super Mario, série Kirby, Golden Axe 1 & 2, Wario Land, Mortal Kombat e os divertidos Boxe e Hero do Atari 2600.
 
5 - O que você pensa sobre os jogos modernos?
 
Não acho que os games modernos sejam superiores ou inferiores aos novos. Tudo é uma questão de época, acredito que os novos têm seu lugar hoje em dia, assim como os jogos retro já tiveram.

6 - Você tem alguma história envolvendo games que queira compartilhar?
 
Eu praticamente nasci na frente do PC, então, os emuladores dos videogames antigos foram os primeiros jogos que conheci. Acabei também meio que acompanhando precocemente as gerações que meu pai e meu tio viviam. Estes foram os fatores primordiais para que eu me tornasse um retro gamer.
 
7 - Qual ou quais consoles você tem? Gostaria de ter algum videogame além dos seus?
 
Eu tenho um Xbox360 e um Dingoo, mas gostaria muito de ter também um Nintendo Wii, pois a Microsoft meio que se baseou em realismo e a Nintendo como sempre, em diversão familiar, o que eu prezo muito.
 
8 - Sua mensagem final pros leitores.
 
Então, pra terminar, não tenham preconceitos com marcas de videogame, simplesmente joguem o que quiserem, quando quiserem e onde quiserem. Os "istas" só têm a perder, pois estão deixando de experimentar grandes franquias nos consoles "rivais".
 
Contatos: adriel.henrique.tx@hotmail.com (MSN)
adriel-tigrex-xd (Skype)
@goombadrieel (Twitter)
adriel_henrique_batatinha@hotmail.com (Orkut)

Não deixe de conferir os outros entrevistados, clicando aqui!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Rapidinhas do Nesbitt: Mouse Trap [Atari 2600]

Banner de Capa 2011 copy
Mouse Trap foi desenvolvido e lançado pela Exidy em 1981 para Arcades, e logo mais em 1982 recebeu um port para ATARI 2600 pela Coleco. Mesmo pela sua semelhança com Pac-man, é um jogo pouco conhecido mas igualmente viciante.  Acessa lá, fio!
E aí, Rapêize!?
O Nesbitt aqui apareceu pra introduzir (!), mais um joguete bacana pra vocês do Atari 2600. Mouse Trap é um 'gueime' bem parecido com o Pac-man (que se você não conhece, clique aqui).
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O esquema é o seguinte
Você controla uma cabeça de rato (que sempre pensei que fosse... sei lá o que eu pensava que fosse) em um labirinto. Para passar de fases você tem que comer todos os pontinhos que dizem ser pedaços de queijo (sic!),  assim você ganha uns pontinhos e passa para o próximo labirinto.
  
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Mas e daí, fio? 
Andando pra lá e pra cá estão alguns gatinhos que tentam pegar você. A cabeça de rato que você controla tem a incrível habilidade de transformar-se  em uma cabeça de cachorro raivosa para mostrar pra esses gatinhos que você pode ser DUMAL.
Para poder tomar a forma de um cachorro raivoso você tem que comer os ossos do labirinto (Nesbitt só foi saber que o ‘X’ é osso escrevendo essa postagem).
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Quase um clone 
O ‘gueime’ tem tudo o que Pac-man tem basicamente. Mas uma das idéias originais, além da transformação em cachorro, é a possibilidade de alterar os labirintos. O legal é que nos labirintos existem ‘portas’ que a  cabeça do rato pode mover para modificar levemente o labirinto, assim você ‘passa a perna’ nesses ‘catinhos’ que querem te comer e encher a pança.
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Mouse Trap é um joguete bem divertido, simples e viciante. Vale a pena conferir!
Confira o que falam por aí:


”A versão para Atari 2600 é simplificada em relação ao arcade. Nos fliperamas, além do visual mais caprichado, há uma diversidade maior de inimigos e itens e é necessário muita coordenação motora, pois há 3 tipos de cancelas acionadas por 3 botões diferentes, mais o comando que transforma o ratinho num bulldog. No Atari um mesmo botão abre os portões (segurando por um tempo) ou faz a metamorfose (toque rápido). Mouse Trap é um jogo legal, que me divertiu muito na infância, mas que envelheceu mal no Atari por ser raso e repetitivo.” Tandrilion

Olha, eu achei muito bacana o jogo Mouse Trap, pois você tem absoluto controle do cenário, e você pode guardar o especial, que é se transformar em um cachorro. 
Daí então, você ganha a habilidade de morder os gatos da tela... Bizarro não ? 
Mas tome cuidado, esses gatos são traiçoeiros, e se você descuidar acaba virando ração....” Goomba


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Splatterhouse [PS3, X360]


Splatter House, apesar de ser um jogo muito sangrento, desde o primeiro, não me decepcionou nem um pouco. Sua jogabilidade é incrivelmente boa e sua história extremamente criativa!
Os monstros que aparecem no decorrer do jogo, são quase que em sua totalidade diferentes dos personagens antigos, porém, os inimigos mais marcantes da série foram preservados.

Ta aí um exemplo!

A história é a mesma, Jane é capturada pelo maníaco que criou todos os monstros, então Rick, quase morto, sangrando no chão, faz um pacto com a máscara mágica da seguinte forma:
"Rick, você precisa de mim, e eu de você, vamos fazer um trato, você me ajuda com o que eu quero, que eu  te ajudo a resgatar a sua vadiazinha".

Acredite ou não, a máscara foi dotada de um vocabulário intrigante, hehehehe...

Splatterhouse Picture
Obrigado mais uma vez IGN

Me impressionei bastante com os bichos e com as coisas macabras que podemos fazer com eles. Que tal arrancar bracinhos e usar esta parte do corpo como clava a fim de bater nos outros? Não é uma loucura!?

Rick, por sua vez, diz fazer tudo isso para salvar sua amada, porém, ele começa a enlouquecer, não por causa dos puzzles, que são fáceis, mas pela carnificina em que acabou se envolvendo.

Ele enfrenta vários inimigos diferentes e demonstra prazer e entusiasmo a cada adversário esquartejado! Então já sabem, se um véio maníaco pegar a sua namorada, faça um pacto com uma máscara asteca kkk!

Splatterhouse Picture
Sangue e carnificina

O antagonista, não me lembro muito bem se ele é o mesmo dos outros Splatters, capturou Jen porque ela se parecia muito com sua antiga esposa (na verdade Jen é a reencarnação da mulher do vilão). Por sua vez, o antepassado de Rick, com a mesma máscara, salvou Lenora.

O mais engraçado é que a gente só começa a entender a história no meio do jogo, onde várias coisas acontecem, mas eu, como em todos os outros reviews, quero deixar isso por conta de vocês, porque senão não teria graça jogar, vocês já saberiam o fim.


Finalmente vale destacar que toda a série, desde a versão Arcade aos episódios de Mega Drive, são destrancáveis à medida com que você vai progredindo na partida.

Obrigado pelo espaço,
Espero que tenham gostado

Goomba

sábado, 24 de setembro de 2011

Saga Fatal Fury! [NEOGEO, Arcade]

banner FF

De uma forma inocente, em meados de 1992, conheci Fatal Fury imaginando que a o game seria uma continuação de Street Fighter 2. Mal sabia que aquele novo arcade não tinha nada a ver com o hit da Capcom, mas que fazia parte de uma nova franquia da SNK.

A ideia deste post é fazer um apanhado geral de como a série evoluiu, desde seu lançamento em 1991.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Star Wars Force Unleashed 2 [PS3, PC, X360]

Star wars banner

Você começa o game no papel de Starkiller, supostamente um clone que segue carreira como aprendiz do vil e cruel Lord Vader. A confusão toda começa porque o protagonista rejeita uma missão dada, provocando a ira de seu mestre.

No desenrolar da trama, você enfrenta vários tipos de inimigos, como "Saber Guards", clones, entre outros. Apesar de todas as dificuldades, Starkiller persiste em salvar a sua amada, que está aprisionada por Darth Vader.

Este game não me impressionou muito no quesito criatividade, porém, me senti atraído pelos seus gráficos realistas.

Fotos descaradamente copiadas da IGN!

Uma coisa bacana é a possibilidade de manusear vários sabres de luz diferentes, são inúmeros, vou ser sucinto em descrever alguns deles ao final da análise.

O título também dispõe de personagens extras que são destravados à medida com que o jogador executa challenges específicos, isso foi uma coisa que influenciou bastante meu vício, hahahahaha, já que não sosseguei enquanto não fechei a aventura com a maioria deles; ponto positivo que acrescentou bastante replay value.

Bem, voltando nos sabres, gostaria de falar que eles estão escondidos nos cenários e é importante que você os procure cuidadosamente.




Star Wars: The Force Unleashed II Screenshot

Existem sabres que dão mais vida, sabres que trazem mais pontos de experiência, entre outros...
Acredito que o último sabre citado seja o mais importante.

Recomendo o game! Viciei!


Goomba

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Batman Arkham Asylum (uma segunda opinião) [PS3, PC, X360]

banner bat adriel
Este sim foi um jogo que me surpreendeu e muito! Confesso que enquanto estava me divertido com meus outros games, às vezes olhava para este na prateleira e o subestimava, nem imaginava o que estava perdendo. A história é a seguinte:

Você começa andando por uma sala de detenção de Arkham Asylum, e nela, Joker (o Coringa) está amarrado numa maca. A partir desse momento os acontecimentos começam a se desenrolar.

Depois disso, você fica pensativo:

- Mas como assim? O jogo mal começou e o Joker já está preso?!
Mas é exatamente esta é a trama do jogo! Porque o vilão foge, deixando Batman com a pulga atrás da orelha, pois a fuga ocorreu com certa facilidade mesmo em meio a tantos soldados.

Mais pro meio do game, você descobre que Joker estava mancomunado com um dos chefões de Arkham. Então, você se ferra para descobrir quem foi, e o pior de tudo é, que nessa ilha estão os prisioneiros mais procurados de Gotham, e advinha quem acaba libertando todo mundo?

Só mesmo o morcegão mais famoso de todos poderia achar um jeito de parar todos eles...

Depois disso, você enfrenta a Harley Quinn :
A Poison Ivy :
The Croc :
E das batalhas míticas com o Espantalho... !

Entre muitos outros.....Mas não vou contar a história toda, pois você irá descobrir várias coisas nos puzzles pelo caminho, além dos riddler trophies, que não são difíceis de se achar, porém requerem uma certa atenção eu admito.

Também tem os challenges, mas eu nunca faço esse tipo de coisa, eu curto mais o modo história mesmo!

Espero que tenham gostado

Abraço, Goomba.
Leia o review do jogo escrito por Tandrilion clicando aqui!

sábado, 17 de setembro de 2011

Estreia de Goomba no RetroNews4Ever!

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Amiguinho, você não vai acreditar como estou feliz!!
 
Hoje é um dia muito importante para mim. Por que? Porque agora eu faço parte do Blog do meu tio (Tandrilion) e do Nesbitt (vulgo amiguinho). Eles serviram como fonte de inspiração para o começo do meu trabalho no Goomba Reviews, que, apesar de ter sido bem avaliado por algumas pessoas, não fez muito sucesso.
 
 
Meu nome é Adriel, tenho apenas 13 anos e não faço a mínima ideia do que vão me colocar pra fazer aqui, vou tentar estrear com o quadro #NewGamerTime, onde estarei falando sobre jogos mais atuais, afinal, um Goomba revoltado, por ser pisoteado inúmeras vezes, teve a ideia de fazer carreira solo falando sobre games mais modernos! kkkk
 
Então, é isso que farei no RetroNewsForever, não deixe de visitar meu blog, que talvez estarei encerrando, pretendo re-postar tudo o que tem lá aqui.
 
Good idea huh ? #MEGUSTA.
 
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Espero que nos vejamos muito em breve!
Grande Abraço
 
Goomba.
 
Siga @goombadriel no Twitter!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Colecionismo de games

opinião

Já pensei muito em começar uma coleção, mas antes de torrar meus preciosos reais resolvi refletir sobre o que nos leva a colecionar e cheguei à conclusão de que tal prática está relacionada com a nostalgia, com o desejo de se resgatar os sentimentos da infância.

Acredito que nem jogando no console verdadeiro é possível retomar a sensação da infância. O tempo passou, as coisas mudaram e as responsabilidades cresceram; não há mais como se repetir a magia daquela época. Questiono-me também do porquê desta pira de voltar a ser criança, tudo bem, um game bom será bom eternamente, assim como um filme. Mas será que é saudável ficar exageradamente preso a uma época?

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Prá mim as lembranças são mais importantes que os objetos

Não sou muito apegado a jogar no videogame real, já fiz a experiência em emuladores e nos aparelhos e percebi que pra mim o que mais importa são as lembranças e não o contato com cartuchos, joysticks e apetrechos dos anos 80/90; não tenho essa tara toda em assoprar fitas e abdicar de um save em games que nos forneciam passwords medonhas.

Provavelmente já assumi que estamos no século 21 e que, apesar de admirar quem coleciona, posso concentrar todos os meus games antigos preferidos em uma única interface, economizando espaço e dinheiro.

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Jogar no Virtual console ou em emuladores já me satisfaz

Enfim, percebi que já me sentia satisfeito emulando no Wii e no PC, logo desisti de colecionar. Resolvi aplicar meu suado dinheirinho em outras coisas, como games novos, roupas, ou coisas que realmente iria usar, ao invés de acumular velharias em casa. Repito, nada contra quem faz isso, é apenas uma questão de experiência pessoal e visão da coisa; não preciso cheirar manuais nem soprar cartuchos para me lembrar da infância e ser saudosista demais pode ser perigoso, pois o tempo não para!

Cada época tem seu charme, óbvio que sou um retrogamer, mas meu objetivo de vida não é voltar no tempo. Já estou com 33 anos, não sou mais criança, adoro videogame é verdade, mas além de rejogar os memoráveis quero viver novas histórias.

No blog do Gagá há dois excelentes posts sobre o tema. O artigo do Piga corrobora com a minha opinião, já o do Eric diverge um pouco, sugiro dar uma conferida!

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sábado, 3 de setembro de 2011

DogVille–um filme sem cenário (2003)

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Pode vir alguma coisa boa de um filme sem cenário? O que pensar de um longa metragem sem casas, paredes ou árvores? Seria surpreendente ver atores atuando sobre uma planta baixa? Assim é DogVille.

O “cenário” é uma planta baixa

A película narra a história de uma pequena cidade, que teve sua rotina de vida perturbada pela visita de uma fugitiva chamada Grace, filha de um gângster, representada por Nicole Kidman. A jovem encanta-se com a cidade e resolve ficar, dispondo-se a ajudar na prestação de serviços; cuidando de crianças, plantando, colhendo maçãs, aconselhando, etc.

Aspectos de uma peça de teatro

Tudo parecia maravilhoso até descobrirem que a moça era perseguida pela polícia. Após este fato, os habitantes, confusos, mudaram o proceder para com Grace, explorando-a nos serviços e caluniando-a freqüentemente. É neste ponto que DogVille começa a ficar interessante, pois se começa a notar que Grace, uma adorável garota, é um tipo de Jesus Cristo.

A Linda Nicole Kidman em um dos seus papéis mais marcantes na minha opinião

A moça, ao agir sempre com misericórdia e servidão, desperta o que há de mais pérfido no ser humano: exploração, inveja, desejo carnal, jactância, mentiras, não reconhecimento, entre outras características repugnantes. Não há como assistir a “Cidade dos Cachorros” sem se identificar em pelo menos um dos personagens. O diretor consegue satisfatoriamente mostrar que nossa natureza iníqua é incapaz de comungar com o que é puro, reagindo à beleza com violência, oriunda do ego desesperado em subsistir.

Dogville recebeu bastante reconhecimento internacional

O desfecho, que por razões óbvias não será relatado aqui, é ótimo. Explica o por quê de toda a trama e a razão da ausência de cenários. Excelente!

Direção: Lars von Trier

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